ACERVO

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Acervo MEA
Um patrimônio único

FEITO DE
MEMÓRIA,
ARTE E
TECNOLOGIA

O acervo do MEA – Memorial da Evolução Agrícola reúne mais de XX obras que conectam passado, presente e futuro da agricultura, valorizando a trajetória do setor agrícola por meio da arte, da tecnologia e de experiências imersivas. Composto por peças e instalações artísticas, digitais e históricas, ele dá vida à exposição de longa duração, além das exposições itinerantes e temporárias que também abordam outras temáticas.  

Inclui obras e projetos assinados por artistas renomados, além de doações recebidas de outros importantes museus. Em conjunto, a coleção mostra como a agricultura evoluiu e influenciou a sociedade ao longo do tempo. Nesta seção, você poderá explorar os detalhes de cada obra e conhecer as histórias que tornam este acervo um patrimônio cultural único.

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OBRA DESTAQUE
Subtítulo

O futuro é ancestral

Ao longo de 30 dias, o artista urbano Café (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril, no complexo MEA, em uma gigantesca obra de arte: um mural em graffiti com 350 m² intitulado “O futuro é ancestral”. Inaugurada em 14 de dezembro de 2024, durante as comemorações de 1 ano do MEA, a pintura é um marco artístico para a região e para o Estado.

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Prédio Fabril MEA
Em 30 dias, o artista urbano Cleverson Paes Pacheco "Café" (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril em um vibrante mural de 350m². A obra, realizada em graffiti, foi inaugurada na celebração de 1 ano do MEA e retrata a diversidade cultural, a conexão com a natureza e o futuro da sustentabilidade. A pintura mural celebra o poder da arte urbana como expressão de identidade e transformação social.
8 x 50 m
Prédio Fabril MEA
Graffiti
Café (Cleverson Paes Pacheco)
MOSTRANDO 0 / 0 OBRAS
Uma audiodescrição conta a chegada da soja ao Noroeste gaúcho, na Linha 15 de novembro, interior de Santa Rosa na década de 70 - um marco inicial na transformação agrícola regional e brasileira. Atualmente, a soja é protagonista no agronegócio brasileiro, fundamental para a produção de alimentos, biocombustíveis e insumos industrias, além de posicionar o Brasil entre os maiores exportadores mundiais.
Audiodescrição
Linha do tempo da agricultura
A soja
Straub Design
3 x 2 m
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A maquete do Projeto MEA é a representação física de um sonho coletivo. Ela traduz, em escala reduzida, a complexidade técnica e o planejamento urbano de um espaço pensado para integração, inovação e sustentabilidade. Um registro do processo de transformação de uma área com um peso histórico, que deu marco inicial a mecanização agrícola no Noroeste gaúcho e expandiu para o Brasil. Cada detalhe carrega emoção e memória coletiva, conectando passado, presente e futuro em um só espaço. A agricultura tem um museu para chamar de seu!
Modelagem, pintura e colagem
Recepção MEA
MEA em miniatura
Straub Design
162 x150 x 110cm
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No início da colonização, o Brasil vivenciou o ciclo extrativista, marcado pela exploração do pau-brasil e outros recursos naturais. Foi o primeiro motor da economia colonial, ligando a terra recém-descoberta à metrópole portuguesa. Envolvia o corte e transporte da madeira através de navegações, com mão de obra indígena e, mais tarde, escravizada. Refletindo a origem de uma história marcada pela cobiça, mas também pela resistência dos povos originários e pela riqueza da natureza brasileira.
Impressão 3D e gavetas em madeira
Linha do tempo da agricultura
Ciclos econômicos
Straub Design
Variadas
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Este painel celebra os avanços da fronteira agrícola e o papel da SLC nesse processo, destacando o desbravamento e expansão rumo ao Norte do Brasil. Por meio de registros fotográficos e uma instalação interativa com depoimentos, o espaço da voz aos colaboradores da fábrica, cujas histórias de vida e trabalho são fundamentais para entender a trajetória da mecanização e do agronegócio nacional. Essa composição valoriza a memória oral e afetiva, mostrando como a agricultura se construiu com o esforço coletivo de famílias, técnicos e operários.
Portas de armário e fotografias
Tecnologia SLC e Avanço da fronteira
Dia a dia no campo
Straub Design
Variadas
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Neste espaço, registros fotográficos da construção e crescimento de Horizontina (RS) desde a década de 30 retratam momentos marcantes daquele período. As máquinas de costura mostram a construção de uma nova vida, com inúmeras possibilidades. Os ferros de passar à brasa, utilizados por alfaiates, costureiras, lavadeiras e donas de casa, eram imprescindíveis para causar uma boa impressão ao vestir-se com vestes bem passadas. A escrita, de forma datilografa e o rádio antigo, nos remetem a uma era nostálgica das comunicações.
Fotografias e itens históricos.
Território e povos
Território e profissões
Famílias e instituições
Variadas
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Este papiro simboliza o avanço das práticas agrícolas ao longo do tempo. A delicada ilustração revela, em sequência, o uso de ferramentas manuais, a tração animal e, por fim, a mecanização — marcos que transformaram a forma de lavrar a terra e produzir alimentos. Tecida com arte e memória, a peça traduz o esforço de gerações que, com suor e engenho, moldaram a paisagem rural.
Ilustração digital e serigrafia
Do arado ao plantio direto
Técnicas de lavrar a terra
Straub Design
69 x 136 cm
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Neste espaço, a trajetória da agricultura desde o arado manual até as modernas plantadeiras e o plantio direto protagonizam. O caminho da tração animal à mecanização reflete não só avanços tecnológicos, mas também a superação do trabalho no campo. As máquinas expostas representam a transformação do solo de forma sustentável, preservando sua fertilidade. É uma homenagem a inteligência humana que, aliada a força da terra, constrói um futuro mais eficiente e resiliente par a produção agrícola.
Madeira, ferro e plástico
Do arado ao plantio direto
A evolução do arado
Famílias e instituições
9 x 5 m
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No centro deste espaço, a experiência sensorial convida a sentir os grãos que alimentam nosso cotidiano, conectando o corpo à terra e à produção agrícola. A instalação valoriza o conhecimento do plantio, o cuidado com a seleção das sementes e a importância da biodiversidade para a sustentabilidade alimentar.
Cenografia, colagem e grãos in natura
Agricultura tradicional
Tótem sensorial de grãos
Straub Design
Variadas
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Elemento essencial no transporte no campo, a carroça simboliza o elo entre o homem, o cavalo e o trabalho. Feita de madeira reforçada, com rodas largas e estrutura resistente, ela foi por décadas o principal meio de transporte de pessoas, alimentos e colheitas. Tracionados sob força animal, cruzavam estradas de terra e campos, levando sonhos e sustentando a economia do interior. A carroça, representa um tempo de esforço coletivo, simplicidade e a engenhosidade daqueles que desbravaram e cultivaram o solo gaúcho.
Madeira e ferro
Agricultura tradicional
Carroça
Straub Design
Variadas
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Esta cenografia remonta aos antigos bolichos, espaços comercias que marcaram gerações no interior. Inicialmente, funcionavam sob um sistema de trocas, onde o excedente das lavouras – como grãos – eram trocados outros produtos. Com o tempo, tornaram-se verdadeiros armazéns, oferecendo utensilio domésticos e até ferramentas agrícolas. Além de um comércio, eram locais de convivência, conversa e memória viva das comunidades rurais.
Cenografia
Agricultura tradicional
Bolicho
Straub Design
7 m²
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A Oficina SLC, fruto da visão empreendedora do Dr. Jorge Logemann em pareceria com Balduíno Schneider, formalizou o nascimento da marca SLC – Schneider, Logemann e Cia. Ltda. – o coração da fábrica, onde a paciência e o conhecimento se fundiram. Do conserto de peças usadas no dia a dia no campo à produção de trilhadeiras e colheitadeiras a SLC impulsionou o mercado agrícola e trouxe grande reconhecimento ao município de Horizontina.
Cenografia
Espaço 65-A
Oficina SLC
Straub Design
Variadas
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Peças do cotidiano de umas das primeiras famílias a atuar no ramo da industrial têxtil em Horizontina, RS, ganham nova vida ao integrar o Programa Mãos e Fios. Doadas pela família Haacke, estes itens não representam só o tempo e o uso, mas carregam histórias de muitas vestimentas que aqueceram e cobriram inúmeras famílias horizontinenses e da região.
Metal e plástico
Agricultura tradicional - Mãos e Fios
Tesouras e equipamentos têxteis
Famílias e instituições
Variadas
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Um modelo leve, produzido com chapa de aço galvanizado e embocador automático, a SLC 200, produzida por volta de 1969, revolucionou as trilhadeiras já existentes no cenário agrícola mecanizado. Seu embocador automático facilitava o recolhimento dos materiais a serem trilhados, otimizando tempo e trazendo mais segurança no manuseio. Essa máquina é lembrada com carinho por agricultores que viram nela a esperança de um trabalho mais digno e produtivo.
Madeira e aço galvanizado
Agricultura tradicional
Trilhadeira SLC 200
Famílias e instituições
2 x 6,83 m
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As serras foram essenciais durante o desbravamento das matas com o intuito de dar inicio às comunidades que nasciam. Em contrapartida, o macaco de carregar toras realiza o ato de erguer estes elementos para facilitar o transporte, o corte e a destinação. Cada dente da serra e cada engrenagem do macaco revelam a história de suor e cooperação, onde o ritmo do corte seguia o compasso do trabalho em dupla. São símbolos em que o esforço físico era aliado a técnicas.
Madeira, ferro fundido e aço
Agricultura tradicional
Serras e macaco de carregar torras
Famílias e instituições
Variadas
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O fumigador, composto de aço, madeira e couro, era utilizado na agricultura para a aplicação de fumaça em colmeias para a extração de mel. Seu mecanismo simples permitia que o ar fosse comprimido manualmente, liberando fumaça de forma controlada. Foi essencial na proteção contra as ferroadas no manejo de abelhas.
Aço, madeira e couro
Agricultura tradicional
Fumigador
Famílias e instituições
47 x 64 x 19 cm
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A bomba d’água e o carneiro hidráulico, ambos feitos de ferro, foram soluções fundamentais para o abastecimento de água nas propriedades rurais. A bomba, acionada manualmente, extraía água de poços, enquanto o carneiro hidráulico utilizava a força da água corrente para impulsionar o líquido a distâncias maiores, sem uso de energia elétrica. Técnicas revolucionárias, que simbolizam a engenhosidade no campo. São memórias vivas do esforço para tornar a terra habitável e produtiva.
Ferro fundido e aço
Agricultura tradicional
Bomba d'água e Carneiro hidráulico
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Feito com madeira e rodas de ferro fundido, o carrinho de mão era ferramenta versátil no ambiente rural. Usado para carregar colheitas, lenha ou ferramentas, tornava o trabalho mais ágil. As peças revelam o cuidado e engenhosidade de produção de cada item feito à mão, sob medida para o uso do agricultor, carregado não só de utilidade, mas de resistência material e humana, forjado no ritmo da terra e da necessidade, onde cada objeto tinha valor e história.
Madeira e ferro fundido
Agricultura tradicional
Carrinho de mão e roda
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O facão de madeira, ao contrário do metálico, era utilizado para manipular a erva mate já colhida, evitando ferimentos e danos às folhas durante o processo de secagem. Sua simplicidade revela o engenho presente na rotina rural - uma ferramenta que carregava o cuidado, a paciência e o tempo da natureza.
Madeira talhada
Agricultura tradicional
Facão de erva mate
Famílias e instituições
18 x 91 x 4 cm
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O batedor de arroz, construído em madeira, era utilizado no processo de debulha dos grãos, realizada de forma braçal. Após a colheita, os feixes eram colados sobre a superfície inclinada e batidos com mangual. Essa prática exigia ritmo, força e paciência. Símbolo do trabalho coletivo nas comunidades rurais, guarda a memória dos mutirões e de partilha, onde o alimento era fruto do esforço de todos.
Madeira talhada
Agricultura tradicional
Batedor de arroz
Famílias e instituições
130 x 108 x 68 cm
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Usado para debulhar grãos, o mangual ou manguá, consistia em dois bastões de madeira articulados por uma correia, utilizado com força e ritmo sobre os feixes soja, feijão, arroz, entre outros grãos. Ao bater, quebrava a casca e liberava os grãos. Essa ferramenta foi fundamental no processo de pós colheita até a chegada das máquinas. Além de sua função prática, carrega o simbolismo de um tempo em que o trabalho no campo era coletivo e a colheita se tornava um ritual de partilha e resistência.
Madeira e couro
Agricultura tradicional
Mangual ou Manguá
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O ventilador de sementes, construído em madeira e movido de forma manual, foi utilizado para limpar e selecionar os grãos, eliminando as sujidades presentes após a colheita. Essa prática aumentava a produtividade e garantia melhor armazenamento. Mais que uma simples máquina rudimentar, ela representava a inteligência prática de um agricultor que, através de recursos simples, aprimorava cada etapa da produção no campo. É um símbolo da transição entre o artesanal e o técnico no campo.
Madeira
Agricultura tradicional
Ventilador de sementes
Famílias e instituições
125,5 cm x 161 cm x 81 cm
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As peças reunidas neste conjunto narram funções essenciais no ciclo agrícola. A plantadeira representando o início, o fumigado. A proteção das plantas. O batedor e a espumadeira representam a doçura extraída do melado, feito com paciência e calor. O apanhador de frutas completa o ciclo, permitindo colher com cuidado. São ferramentas carregadas de memória e esforço, que mostram como o trabalho no campo sempre foi uma arte de precisão e sensibilidade.
Ferramentais em madeira e aço forjado
Agricultura tradicional
Ferramentais - Conjunto 3
Famílias e instituições
Variadas
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Este segundo conjunto de ferramentas agrícolas é voltado à colheita, manuseio e à separação dos produtos da terra. Inclui itens como foices e pás de arado, indicando o aperfeiçoamento do saber rural e sua utilização no campo.
Ferramentais em madeira e aço forjado
Agricultura tradicional
Ferramentais - Conjunto 2
Famílias e instituições
Variadas
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As ferramentas expostas neste conjunto refletem o tempo em que o trabalho rural dependia exclusivamente da força humana e do saber prático. São instrumentos simples, utilizado no preparo do solo e no manejo das plantações. Representam o início da agricultura no Brasil, com algumas delas ainda presentes no dia a dia rural.
Ferramentais em madeira e aço forjado
Agricultura tradicional
Ferramentais - Conjunto 1
Famílias e instituições
Variadas
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Em 1947 a SLC introduz no mercado agrícola a "SLC 100", a primeira trilhadeira produzida em Horizontina, RS, em parceria com as familias sócias da marca, Schneider, Logemann e Ulmann. A "SLC 100" era movida por correias ligadas a um motor estacionário. Acoplada a bois, cavalos e tratores para seu deslocamento até a lavoura, a trilhadeira impulsionou o cultivo de diversos grãos e cereais na região. O sucesso levou à expansão da linha de produtos e a liderança da SLC no mercado agrícola brasileira.
Madeira e aço forjado
Agricultura tradicional
SLC 100 - Primeira Trilhadeira SLC
Famílias e instituições
2 m x 6,83 m
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O teodolito, pertencente ao Dr. Jorge Logemann, foi um dos primeiros aliados técnicos na construção do município de Horizontina, RS. Utilizado para levantamentos topográficos, guiou a demarcação das terras e a definição da área de construção das primeiras propriedades, incentivando o crescimento populacional de Horizontina, na época Colônia Belo Horizonte.
Madeira e aço
Território e povos
Território riograndense
Famílias e instituições
Tripé: 123,5 cm / Teodolito: 80 cm
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O conjunto deste espaço, retratado entre objetos e fotos, frutos que germinaram da agricultura, mostram algumas das diversas profissões que surgiram ao longo do tempo com a agricultura. Além dos agricultores, o complemento de professores para o ensino, de bolicheiros, para complementar o sustento dos lares, os médicos, para o cuidado e os músicos para a diversão... Entre essas e outras, todas as profissões foram essenciais para o crescimento e desenvolvimento social a partir da agricultura.
Fotografia e objetos históricos
Território e povos
Profissões imigratórias
Famílias e instituições
Variadas
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O antigo relógio ponto da SLC é um símbolo de compromisso e disciplina. O equipamento, de registro manual, marcava a entrada e saída dos funcionários, organizando as jornadas e os turnos. Não só para estes registros, ela representa o avanço e crescimento do trabalho industrial e o respeito ao tempo coletivo. Cada batida do carimbo ecoa o trabalho de homens e mulheres que, com empenho e dedicação diária, ajudaram a construir a história da empresa.
Produção industrial
Oficina SLC
Relógio Ponto de Parede
Famílias e instituições
40 cm x 54 cm x 40 cm
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A mercenaria, de forma simples, mas funcional, foi o que firmou o início da parceria entre as famílias Schneider e Logemann, fundadoras da SLC. Peças moldadas a mão e cabos em madeira relatam os saberes e o fazer manual. A Oficina SLC se tornou o coração da empresa, ligando o conhecimento e a forma artesanal de produzir, impulsionando o surgimento fabril a nível industrial e tornando destaque no mercado agrícola regional.
Peças forjadas e madeira talhada
Oficina SLC
Marcenaria
Famílias e instituições
Variadas
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A forja, junto a Oficina SLC, era o ponto de transformação: das marteladas à utilidade, do metal bruto a um instrumento. Usada para aquecer o ferro, ela permitiu que os ferreiros criassem e consertassem ferramentas. Seu papel foi vital no início da empresa, garantindo produção própria e reduzindo a dependência de terceiros. Este espaço representa coragem e criatividade, o calor que não vinha só do fogo, mas também da vontade de prosperar. 
Tijolos de barro e peças forjadas
Oficina SLC
Forja
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A ferraria foi uma das principais partes da Oficina SLC, em um formato simples, mas extremamente funcional. Nascida da união entre o conhecimento artesanal e a necessidade das iniciativas das famílias, Schneider, Logemann e Ulmann, a ferraria atendia incialmente a consertos de peças agrícolas. Posteriormente, com a chegada da marcenaria, tornou-se uma oficina e anos depois, iniciava a produção de sua primeira trilhadeira, que marcou o inicio da mecanização agrícola no Noroeste gaúcho e tornava a SLC uma marca de reconhecimento no mercado agrícola.
Madeira talhada e máquinas manuais
Oficina SLC
Ferraria
Famílias e instituições
Variadas
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Cuidadosamente construída, a maquete representa a redução jesuítica do período colonial, atualmente em ruínas localizada em São Miguel das Missões (RS). Protegida por uma vitrine, a miniatura estrutura o dia a dia dessa comunidade, as casas, pátios, cuidado com as plantações e a sua religiosidade, em um só espaço. A peça é um recurso didático e cultural que permite visualizar parte desse período e reforça a importância da preservação da memória missioneira.
Colagem e pintura
Território e povos
Reduções Jesuíticas São Miguel das Missões
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A máquina Nº4 Big da John Deere, fabricada no Brasil, conhecida como cortador, aliou a praticidade e durabilidade em um produto. Produzido com engrenagens especiais e materiais resistentes, apresenta alavanca e pedal dedicados ao transporte e ajuste da lâmina. O implemento similar a um par de tesouras, com lâminas em formato “V”, facilitava o corte terrenos irregulares. Disponível em dois tamanhos, com acessórios, representou a versatilidade que impulsionou a mecanização de pequenas tarefas rurais.
Produção industrial
Máquinas na história
Nº 4 Big John Deere
Famílias e instituições
3 m x 1,20 m / 250 kg
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Fabricado no ano de 1949 em Dubuque, Lowa – EUA, o trator John Deere MC, derivado do modelo “M” da John Deere, foi o primeiro trator com esteira que a marca produziu. Equipado com motor “Johnny Popper” a gasolina, peças de fácil troca e sistema "Touch-O-Matic", mostrou eficiência em diversos tipos de solo. No Brasil, o equipamento desempenhou papel importante na expansão agrícola, consolidando a marca como líder em inovação desempenho.
Produção industrial
Máquinas na história
Trator Esteira John Deere MC
Famílias e instituições
1,50 m x 2,50 m x 1,60 m / 1.700 kg
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Símbolo de adaptação e eficiência no cultivo agrícola do século XX, em 1939, o trator John Deere H foi produzido e redefiniu a agricultura brasileira. Projetado para fazendas menores, suas dimensões compactas, motor a querosene e peso moderado, proporcionou versatilidade na cultura em linha. Encerrando a produção em 1947, deixou um legado de 58.584 unidades fabricadas. Além do modelo H, variáveis do modelo como HN e HWH pertencem a este número.
Produção industrial
Máquinas na história
John Deere Modelo H
Famílias e instituições
1,70 m x 3 m x 1,65 m / 1.500 kg
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O trator John Deere Modelo B, lançado em 1935 pela indústria norte americana, foi um ícone na agricultura até 1952. Oferecendo potência e tração traseira, sua versatilidade atendia às demandas agrícolas no cultivo em linhas, e ao longo do tempo evoluiu para outros modelos produzidos na América do Sul. Este legado de quase duas décadas simbolizou a constante inovação no campo e na mecanização agrícola mundial.
Produção industrial
Máquinas na história
John Deere Modelo B
Famílias e instituições
1,78 m x 3,18 m x 1,68 m / 1.700kg
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O Waterloo Boy John Deere, de 1918, marcou o começo da mecanização agrícola americana. Equipado com o motor “Johnny Popper”, movido a querosene, foi essencial para substituir o trabalho animal, elevando a produtividade rural. A aquisição da fábrica de Waterloo em Lowa, fortaleceu a John Deere como gigante do setor nos Estados Unidos. Entre 1918 e 1923, várias versões surgiram, preparando o caminho para o Modelo D da John Deere.
Produção industrial
Máquinas na história
Waterloo Boy John Deere - Modelo N
Famílias e instituições
1,78 m x 3,35 m x 1,82 m / 2.800 kg
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Fabricado em 1996, em Horizontina (RS), o Trator SLC/John Deere 6300 foi o primeiro inteiramente nacional produzido através da união entre SLC e John Deere. Na época, a John Deere já detinha 40% das ações da SLC, e anos depois, em 1999, viria a adquirir sua a totalidade. Presente na exposição, este não apenas é um exemplar da primeira máquina, mas de fato o primeiro produzido, com chassi 001 que rodou apenas na fábrica e em campo para teste. O 6300 simboliza mais um passo da forte união entre as duas empresas na mecanização agrícola brasileira.
Produção industrial
Máquinas na história
6300 - 1º Trator Nacional John Deere
Famílias e instituições
2,7 m x 4 m x 2,10 m / 3.700 kg
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A imagem, capturada entre as décadas de 1970 e 1980, mostram parte do centro urbano de Horizontina (RS), onde já se destacava a atuação da SLC – Schneider, Logemann & Cia fundada em 1945, resultado da parceria entre as famílias Schneider, Logemann e Ulmann - um marco fundamental para o avanço da mecanização agrícola no Brasil. Com base no conhecimento técnico e espírito inovador de seus fundadores, a SLC criou as condições que, anos mais tarde, permitiriam a chegada da John Deere ao país, consolidando Horizontina como um polo nacional de tecnologia agroindustrial e mecânico agrícola.
Impressão
Administrativo MEA
Fábrica I - reprodução
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A imagem, capturada entre as décadas de 1970 e 1980, mostram parte do centro urbano de Horizontina (RS), onde já se destacava a atuação da SLC – Schneider, Logemann & Cia fundada em 1945, resultado da parceria entre as famílias Schneider, Logemann e Ulmann - um marco fundamental para o avanço da mecanização agrícola no Brasil. Com base no conhecimento técnico e espírito inovador de seus fundadores, a SLC criou as condições que, anos mais tarde, permitiriam a chegada da John Deere ao país, consolidando Horizontina como um polo nacional de tecnologia agroindustrial e mecânico agrícola.
Fotografia
Administrativo MEA
Fábrica I
Famílias e instituições
145 cm x 250 cm x 5 cm
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A imagem retrata a unidade da John Deere no Distrito Industrial I de Horizontina, no Noroeste do Rio Grande do Sul, durante a década de 1990. Essa implantação marcou um novo ciclo de desenvolvimento econômico e tecnológico para a região, consolidando Horizontina como um importante polo da indústria de máquinas agrícolas no Brasil. A presença da John Deere impulsionou a geração de empregos, inovação e integração com o setor agroindustrial, fortalecendo ainda mais a identidade local ligada à mecanização agrícola, iniciada através da SLC & Companhia Ltda.
Fotografia
Administrativo MEA
Fábrica II
Famílias e instituições
100 cm x 231 cm x 6,5 cm
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O algodoeiro, com suas fibras naturais, é uma planta de grande relevância econômica e cultural. Além de ser uma planta versátil, o algodão é valorizado por ser uma fibra 100% natural, respirável e biodegradável, tornando-se essencial para a moda, o artesanato e sustentabilidade. Sua fibra, o algodão, é matéria prima da indústria têxtil, usada para a confecção de linhas, tecidos e uma variedade de produtos que utilizamos em nosso cotidiano. 
Planta in natura
Mãos e Fios - Agricultura tradicional
Algodoeiro
Famílias e instituições
94 cm x 21 cm
Foto: Takaki Fotos
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Em 1965, a SLC, de Horizontina (RS), lançou a primeira colheitadeira automotriz produzida no Brasil, inspirada no modelo 55 da John Deere. Um marco histórico para a indústria agrícola nacional, provou sua excelência ao colher três vezes mais que as importadas, impulsionando a empresa norte americana e buscar novos horizontes um outro hemisferio. O exemplar Nº 1, exposto no MEA, simboliza a ousadia técnica do Noroeste gaúcho e desperta orgulho por representar a autonomia, o pioneirismo e a força de um povo que acreditou na sua própria capacidade de inovar.
Produção industrial
Mecanização
Colheitadeira SLC 65-A
Famílias e instituições
7 x 3,6 x 3,5 m - 6.000 kg
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ANTERIOR
0 / 0
PRÓXIMO
MOSTRANDO 0 / 0 OBRAS
Símbolo da escrita mecânica e da produção textual do século XX, esta máquina de datilografia resgata a memória de uma época em que o toque das teclas dava forma às palavras de forma tangível e direta. Mais que um objeto de época, ela representa o início da automação da escrita — uma semente da mudança que abriu caminho para tecnologias atuais de comunicação e expressão digital.
Produção industrial
Sala de reuniões MEA
A datilografia
Famílias e instituições
Variadas
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Esta escultura combina tecnologia e simbolismo em uma instalação híbrida. Criada por meio de arte generativa, a peça foi concebida com o auxílio de inteligência artificial e produzida por impressão 3D, resultando em uma forma única que abriga terra e uma espada-de-São-Jorge, planta associada à proteção. Incorporando sensores de LED e placa controladora, a obra interage com o ambiente, propondo um diálogo entre o orgânico, o digital e o sagrado.
Arte generativa e planta in natura
Sala de reuniões MEA
Vegetativo
Joel Grigolo
60 x 15 x 21 cm
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Frotagem realizada sobre tecido, técnica em que se transfere a textura de superfícies para o suporte por meio do atrito com grafite ou outro pigmento. Nesta composição, os números em destaque sugerem códigos ou marcas urbanas. O uso do tecido como base reforça a ideia de sensibilidade e memória tátil, enquanto os registros visuais evocam a presença do tempo, da cidade e do cotidiano.
Frotagem sobre tecido
Administrativo MEA
Sem título
Leandro Machado
33 x 64,5 cm
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Composição em tons de azul, feita com técnica de serigrafia sobre um pano de limpeza, material cotidiano ressignificado como suporte artístico.
Serigrafia sobre pano de limpeza
Administrativo MEA
Conjunto Nº 1 - Série Perfexionismos
Amanda Copstein
29,2 x 22,2 cm
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O quadro, realizado em impressão gráfica, é de autoria de um coletivo artístico de Porto Alegre. Com traços fortes em preto e branco, a peça explora contrastes visuais e narrativas urbanas, refletindo temas como identidade, cotidiano e memória. A estética remete ao design gráfico independente e à arte de rua, valorizando a reprodução como forma de democratização da arte.
Impressão em papel sulfite
Administrativo MEA
Coletivo de Porto Alegre
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Obra da artista Mitti Mendonça, “Dona de Minhas Terras” é um bordado sobre tecido que retrata, com delicadeza e força, a figura feminina ancestral. A técnica do bordado, ancestral e artesanal, reforça a memória afetiva e coletiva das comunidades, valorizando a arte feita à mão como símbolo de resistência e identidade.
Bordado sobre tecido
Administrativo MEA
Dona de minhas terras
Mitti Mendonça
64 x 50 cm
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Uma simples colcha de crochê marcou o início do programa Mãos e Fios. Feita com cuidado e dedicação, cada ponto representava mais do que técnica — trazia consigo histórias, afetos e memórias. A união dos fios simbolizava a conexão entre gerações, saberes e sentimentos entrelaçados. Foi esse gesto delicado, porém poderoso, que inspirou a valorização do fazer manual como linguagem e expressão cultural, dando origem a um espaço de encontro, partilha e criação coletiva.
Crochê
Espaço Mãos e Fios
Coletivo Mãos e Fios
Claudete Engler
1 x 1 m
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Esta obra retrata o encontro entre os povos indígenas guaranis e os missionários jesuítas na região Sul do Brasil. A arte destaca os valores, tradições e contribuições culturais desse período, marcando a formação histórica e espiritual das Missões Jesuíticas. Um convite à valorização da memória e do legado deixado por esse intercâmbio entre culturas.
Ilustração digital
Território e povos
Guaranis e jesuítas
Amaury Filho
3 x 4 m
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Este painel apresenta os três biomas que coexistem no Rio Grande do Sul: Mata Atlântica, Pampa e uma pequena porção do Cerrado. A ênfase recai sobre a diversidade ecológica da região Noroeste do estado, destacando paisagens naturais, fauna, flora e a importância da preservação ambiental. Um convite à reflexão sobre o equilíbrio entre desenvolvimento e conservação da natureza.
Ilustração vetorial
Território e povos
Bioma riograndense
Straub Design
2 x 9 m
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O painel destaca o Salto do Yucumã, maior queda longitudinal do mundo, como símbolo da riqueza natural da Região Sul do Brasil. A ilustração evidencia a biodiversidade da fauna e flora local, ressaltando a importância da conservação ambiental e do conhecimento científico para a proteção dos ecossistemas. Um convite à valorização dos biomas brasileiros e à conexão entre natureza e cultura.
Ilustração vetorial
Território e povos
Fauna, flora e floresta
Straub Design
6 x 9 m
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O DNA carrega as instruções genéticas responsáveis pelo desenvolvimento, funcionamento e reprodução de todos os seres vivos. Representado na instalação por uma dupla hélice iluminada, ele simboliza a complexidade e a beleza da vida. A pesquisa genética e a biotecnologia, impulsionadas por esse conhecimento, abrem caminhos para avanços na saúde, na agricultura e na preservação ambiental.
Metal e pintura
Sementes da mudança
O DNA
Straub Design
Variadas
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Suspensas como estrelas, as luminárias das sementes celebram a origem da vida, o ciclo natural e a biodiversidade. Cada peça abriga sementes, símbolos de esperança, regeneração e conexão com a terra. A instalação convida à contemplação sobre a importância da preservação das espécies vegetais e o papel das sementes como guardiãs do futuro, fundamentais para a segurança alimentar e o equilíbrio dos ecossistemas.
luminarias com led e sementes.
Sementes da mudança
Sementes iluminadas
Straub Design
Variadas
No items found.
Nesta instalação, estruturas de bambu simbolizam a fluidez, a força e a importância da água na vida e nos ecossistemas. A escolha do bambu, material renovável e resiliente, reforça a mensagem de sustentabilidade e equilíbrio entre natureza e tecnologia. A projeção digital ao fundo amplia a reflexão sobre os ciclos hídricos, o uso consciente e a necessidade urgente de preservar esse recurso vital para o futuro do planeta.
Bambu in natura
Sementes da mudança
Bambus
Straub Design
Variadas
No items found.
Os solos são formados por processos naturais ao longo de milhares de anos e variam conforme o clima, relevo, rochas e organismos presentes. Cada tipo de solo possui características específicas de cor, textura, fertilidade e retenção de água, influenciando diretamente na agricultura, construção civil e biodiversidade. Entender essa diversidade é essencial para o uso sustentável da terra e a preservação ambiental, garantindo a produtividade e o equilíbrio dos ecossistemas.
Cubos e amostras de solo
Sementes da mudança
Solos
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As maquetes da Iron Bridge e das locomotivas representam marcos da Revolução Industrial, fruto do avanço científico e tecnológico do século XVIII. A Iron Bridge, primeira ponte de ferro fundido do mundo, simboliza a aplicação inovadora de novos materiais na engenharia. Já as locomotivas revolucionaram os transportes, encurtando distâncias e acelerando o comércio. Juntas, essas invenções foram motores do progresso industrial.
Impressão 3D
Linha do tempo da agricultura
Iron Bridge e Locomotiva
Straub Design
Variadas
No items found.
A mostra destaca momentos inicias da história da evolução agrícola, desde o domínio do fogo até a domesticação de plantas e animais. Ferramentas históricas suspensas e recursos audiovisuais ilustram o avanço humano no cultivo e manejo da terra. A ambientação transmite um sentimento de conexão ancestral, ressaltando o papel essencial da agricultura na construção das civilizações.
Modelagem, pintura e proteção
Linha do tempo da agricultura
Odisseia humana
Straub Design
Variadas
No items found.
A maquete presente na exposição retrata a trajetória da mecanização agrícola brasileira promovida pela SLC, desde a produção da primeira trilhadeira até a introdução da primeira colheitadeira automotriz do Brasil. Destaca-se também o início das parcerias com a John Deere e a instalação da multinacional no Noroeste Gaúcho, marcando um ciclo de inovação tecnológica que transformou a produção agrícola no país.
Modelagem, pintura e colagem
Espaço 65-A
Avanço da fronteira
Straub Design
62 x 270 x 45 cm
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Este painel ilustra o preparo da terra nas civilizações antigas, revelando como povos do passado já dominavam técnicas essenciais para a agricultura. De forma sensível e educativa, ele mostra que o ato de lavrar a terra, antes mesmo da mecanização, era resultado de uma profunda conexão entre o homem, a natureza e o tempo. Utilizando instrumentos rudimentares e a força humana ou animal, essas civilizações deram início ao cultivo sistemático, estabelecendo as bases das sociedades agrícolas. 
Ilustração digital
Do arado ao plantio direto
Do arado ao plantio direto
Amaury Filho
2,75 x 3,97 m
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Esta instalação artística simboliza as raízes da agricultura, da memória e da ancestralidade. Suspensas no ar, as estruturas remetem ao que está sob a terra, invisível aos olhos, mas essencial à vida. Representam a ligação profunda entre o homem, o solo e o tempo — aquilo que sustenta, alimenta e conecta gerações. Técnica e emoção se entrelaçam neste espaço sensorial, convidando o visitante a refletir sobre suas próprias origens e a força invisível que molda o presente.
Galhos in natura
Do arado ao plantio direto
Raízes da terra
Straub Design
Variadas
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Sob o piso de vidro, camadas de solo revelam as transformações na forma de arar a terra ao longo do tempo. Do trabalho manual com arados puxados por bois, até a mecanização com tratores e implementos modernos. Cada faixa representa um tempo, uma técnica, uma luta. Caminhar sobre esse solo é percorrer a memória do esforço humano em domar e nutrir a terra, berço do alimento e da sobrevivência.
Solos e palhas in natura
Do arado ao plantio direto
Evolução da terra lavrada
Straub Design
14 x 4 m
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Elemento essencial no transporte no campo, a carroça simboliza o elo entre o homem, o cavalo e o trabalho. Feita de madeira reforçada, com rodas largas e estrutura resistente, ela foi por décadas o principal meio de transporte de pessoas, alimentos e colheitas. Tracionados sob força animal, cruzavam estradas de terra e campos, levando sonhos e sustentando a economia do interior. A carroça, representa um tempo de esforço coletivo, simplicidade e a engenhosidade daqueles que desbravaram e cultivaram o solo gaúcho.
Arte digital
Agricultura tradicional
Agricultura tradicional
Amaury Filho
Variadas
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A obra, realizada de forma digital, retrata de forma tecnológica o vigor humano nas antigas colheitas, onde o grande volume de pessoas, a união e o esforço se encontravam para colher e trilhar sua safra.
Arte digital
Agricultura tradcional
DIa de campo
Amaury Filho
250 x 225 cm
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Esta colcha produzida a partir dos tradicionais “quadradinhos da vovó”, representam o afeto coletivo que costura o Brasil de ponta a ponta. Feita com a colaboração de mãos de diferentes regiões do país, ela é símbolo do Programa Mãos e Fios, onde cada quadrado carrega uma história, um gesto e uma intenção de cuidado. De forma simples, mas repleta de sentimentos, a colcha carrega e une memórias, solidariedade, força silenciosa e resgate da técnica ancestral e manual do crochê.
Crochê
Agricultura Tradicional - Mãos e Fios
Coletivo Mãos Amigas
Famílias e instituições
74 cm x 175 cm
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Com cores vibrante, traços modernos e referências históricas, a pintura celebra o patrimônio das missões jesuíticas. Atualmente em ruínas, o prédio remete ao legado espiritual e arquitetônico da região missioneira. A composição é um convite à reflexão sobre o pertencimento e memória coletiva da cultura missioneira.
Pintura
Território e povos
Missões Jesuíticas
Diego Carneiro
7,5 m x 3,3 m
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Doada ao MEA pelo Museu Paranaense (MUPA), esta obra confeccionada com a técnica de crochê e amigurumi representa símbolos emblemáticos de Curitiba e do Paraná. A araucária, a gralha-azul, capivaras e outras aves regionais são retratadas de forma lúdica e detalhada, exaltando a fauna e flora locais. O crochê, técnica ancestral de entrelaçamento de fios com agulha, aliado ao amigurumi - arte japonesa de criar figuras tridimensionais em crochê -, confere textura, volume e expressividade à obra, valorizando o fazer manual e a identidade cultural paranaense e seus saberes intergeracionais.
Crochê e amigurimi
Mãos e Fios - Agricultura tradicional
Coletivo Luciana e Marias
Luciana Cortez
150 x 68 cm
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A obra retrata, por meio da delicadeza do bordado, a união entre diferentes etnias e a valorização das diversidades culturais. As mãos entrelaçadas simbolizam os laços afetivos herdados da ancestralidade, representando conexões profundas que resistem ao tempo. A técnica manual reforça a ideia de cuidado, pertencimento e memória coletiva, evocando a força da união e do respeito entre os povos.
Bordado a mão livre em tecido
Agricultura tradicional
Mãos com Mãos
Claudete Engler
40 x 40 x 10 cm
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O nome Rita faz alusão à planta Espada de Santa Bárbara, que também pode ser chamada de Espada de Santa Rita, muito presente no município. A planta de presença marcante representa proteção. Rita, coberta por seu suéter quente, com textura de corações, é envolta pelas plantas e uma folha de bananeira como um abrigo em sua cabeça, representando nosso envolvimento de cuidado mútuo, cuidamos da natureza e ela cuida de nós. A espada, a proteção e o amor. Que nosso olhar ao encontrar com o de Rita, transborde tais sentimentos. A pintura em graffiti foi produzida pelo artista urbano Cleverson Pacheco "Café" (Curitiba, PR), ao vivo durante a abertura da exposição "Diálogos Arte Urbana", no Ateliê Educativo MEA, em 2024.
Graffiti
Ateliê Educativo MEA
Rita Vestida de Amor
Café (Cleverson Paes Pacheco)
1,5 x 1 m
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Em 30 dias, o artista urbano Cleverson Paes Pacheco "Café" (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril em um vibrante mural de 350m². A obra, realizada em graffiti, foi inaugurada na celebração de 1 ano do MEA e retrata a diversidade cultural, a conexão com a natureza e o futuro da sustentabilidade. A pintura mural celebra o poder da arte urbana como expressão de identidade e transformação social.
Graffiti
Prédio Fabril MEA
O futuro é ancestral
Café (Cleverson Paes Pacheco)
8 x 50 m
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A obra idealizada pela artista Mariana Navarro é uma homenagem à herança linguística e cultural dos povos originários do Sul do Brasil. Palavras de origem guarani, presentes na obra, representam a profunda conexão indígena com a terra e a nossa ancestralidade. Termos que nomeiam rios, cidades, morros, frutas e peixes tornam-se símbolos do legado cultural indígena na identidade do Noroeste e de todo o estado do Rio Grande do Sul, reforçando a importância das raízes na história da região e o respeito a nossa ancestralidade originária.
Pintura
Território e povos
Rosto da indígena
Mariana Navarro
8 m x 6,5 m
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Nesta obra, Diego Carneiro (Curitiba, PR) retrata o rosto de um imigrante utilizando cerca de 400 sobrenomes de famílias europeias que migraram para o Noroeste gaúcho entre os séculos XIX e XX. Com técnicas de caligrafia e lettering, o artista harmoniza fontes criando uma composição visual que homenageia os imigrantes. Os sobrenomes, antes simples registros da colonização, ganham vida como símbolo da memória e da contribuição dessas famílias para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul.
Lettering
Território e povos
Rosto do Imigrante
Diego Carneiro
8 m x 6,5 m
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A obra “O Memorial”, de Tito Ferrara (São Paulo, SP), traduz em cores intensas e rostos marcantes a presença constante do campo na vida de todos. Não se trata apenas de lavrar a terra, mas cultivar laços, memórias e identidades. A composição convida à reflexão sobre a ancestralidade, o trabalho coletivo e o legado deixado pelas gerações que vivem e sobrevivem da terra. Mais do que uma arte contemporânea, é uma representação de gratidão a quem planta não só alimentos, mas o próprio destino de uma população inteira.
Graffiti
Espaço 65-A
O Memorial
Tito Ferrara
11 m x 8 m
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A obra de Leandro Machado, produzida com ferros de passar roupa a carvão, remete aos movimentos náuticos das travessias atlânticas durante o período colonial. Por meio de marcas e texturas, o artista evoca memórias de deslocamentos forçados, dor e resistência. Criada em Horizontina durante o curso de Mediação Cultural e Turística (parceria entre o MEA e a FAHOR, em 2023), a peça propõe reflexões sobre os legados da diáspora africana e o impacto das rotas coloniais na construção das identidades brasileiras.
Queima de ferro antigo em tecido
Recepção MEA
Travessias
Leandro Machado
12 x 3 m
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Este painel apresenta um infográfico sobre os Sete Povos das Missões, destacando sua organização territorial, social e cultural durante o período missioneiro. A maquete e os mapas ilustram como esses centros foram estruturados, evidenciando a forte influência dos jesuítas e a resistência dos guaranis na preservação de sua identidade. Um retrato da harmonia entre espiritualidade, arquitetura e vida coletiva.
Ilustração vetorial
Território e povos
Infográfico redução jesuítica
João Rimenzoski
50 x 70 cm
Na Oficina SLC, elementos do passado ganham vida por meio da arte digital. A janela da imagem revela uma paisagem projetada que se transforma, misturando memórias do campo com tecnologia. Essa integração entre o rústico e o digital representa a conexão entre tradição e inovação, valorizando as raízes da agricultura familiar enquanto aponta para o futuro.
Ilustração digital
Oficina SLC
Um novo dia pela janela
Straub Design
58 x 90 cm
Esta instalação interativa narra a trajetória da agricultura no Brasil, desde seus primórdios até as mais avançadas tecnologias do presente. Alimentado por inteligência artificial e robótica, o mapa apresenta os principais marcos históricos: os biomas brasileiros, a chegada da soja, a mecanização do campo, o papel da Embrapa e as inovações que transformaram o setor, mostrando como a agricultura evolui para alimentar o mundo com eficiência e sustentabilidade.
Projeção, robótica, IA
Mapa da evolução
Mapa da evolução
Straub Design - Digital
7 x 10 m
A instalação imersiva convida o público a explorar caminhos possíveis para um futuro mais sustentável, justo e inovador. As projeções luminosas representam sementes da mudança — ideias, tecnologias e ações que florescem a partir de escolhas conscientes. Cada ponto de luz simboliza o potencial transformador presente em cada pessoa, reforçando a importância de cultivar hoje as soluções que desejamos ver no amanhã.
Vídeo projeção interativa
Sementes da mudança
Visões do futuro
Straub Design - Digital
15 m²
O raio-X interativo da maquete ILPF revela, em camadas digitais, o funcionament do sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. Com o toque na tela, o visitante explora a dinâmica do solo, raízes, ciclo de nutrientes, biodiversidade e tecnologias envolvidas na produção sustentável. A experiência promove o entendimento sobre como práticas integradas otimizam o uso da terra, conservam o meio ambiente e contribuem para uma agricultura mais resiliente e eficiente.
Projeção interativa
Sementes da mudança
Raio X da agricultura
Straub Design - Digital
Monitores touch 34"
Conectado, consciente e exigente, o novo consumidor valoriza experiências personalizadas, sustentabilidade e transparência das marcas. Influenciado pela tecnologia e pelas redes sociais, ele participa ativamente das decisões de compra e busca alinhamento com seus valores pessoais. Cada vez mais digital, esse perfil transforma a relação com produtos e serviços, exigindo inovações constantes e responsabilidade socioambiental das empresas.
Reprodução audiovisual interativa
Linha do tempo da agricultura
O novo consumidor
Straub Design - Digital
Monitor 32" touch
As Pink’s Farms são pioneiras em agricultura vertical no Brasil, utilizando tecnologia de ponta para produzir alimentos de forma eficiente, sustentável e livre de defensivos agrícolas. Em paralelo, o desenvolvimento da carne 3D a partir de proteínas alternativas, como a soja, fungos, algas e insetos, representam uma revolução alimentar. Essas inovações reduzem o impacto ambiental da produção tradicional de carne e oferecem alternativas nutritivas, éticas e acessíveis para alimentar a crescente população mundial.
Reprodução audiovisual
Linha do tempo da agricultura
Pinkfarms e Carne 3D
Straub Design - Digital
Variadas
A Revolução Tecnológica marca uma nova era de transformação social, econômica e produtiva. Impulsionada pela digitalização, pela inteligência artificial e pela conectividade em tempo real, ela redefine processos e acelera a inovação em todos os setores mundiais. No campo, a tecnologia amplia a eficiência e a sustentabilidade, conectando produtores a mercados globais - o elo entre ciência, dados e ação.
Reprodução audiovisual
Linha do tempo da agricultura
A revolução digital
Straub Design - Digital
Monitor 32"
Fundada em 1973, a EMBAPRA se tornou referência em inovação e tecnologia para a agricultura brasileira. Seus avanços em melhoramento genético impulsionaram a produtividade e a adaptação de cultivares às diferentes regiões do país. Entre 17 pesquisadores que atuam no desenvolvimento de novas sementes e tecnologias, 7 são mulheres, mostrando a força feminina na ciência. A dedicação dessa equipe transforma conhecimento em soluções que alimentam o Brasil e o mundo.
Imersão tecnológica
Linha do tempo da agricultura
A EMBRAPA e seus avanços
Straub Design - Digital
Monitores 13" (touch) e 32"
A trajetória da ciência e tecnologia no campo ganhou força com o legado de Gregor Mendel, considerado o pai da genética, cujos estudos abriram caminho para o melhoramento genético de plantas. No Brasil, a criação da Embrapa, em 1973, marcou um novo capítulo nessa evolução. Com pesquisa, inovação e desenvolvimento de cultivares adaptadas, a Embrapa revolucionou a agricultura, aumentando a produtividade e a sustentabilidade.
Reprodução audiovisual
Linha do tempo da agricultura
Ciencia e Tecnologia em movimento
A soja ultrapassou fronteiras agrícolas e tornou-se um ativo estratégico no mercado financeiro brasileiro e mundial. Sua valorização constante transformou o grão em referência nas bolsas de commodities, influenciando políticas econômicas e gerando oportunidades de negócios. Do campo à exportação, a soja abriu portas para investimentos, contratos futuros e geração de divisas, consolidando o Brasil como um dos protagonistas globais na produção e comercialização desse produto essencial.
Vídeo interação
Linha do tempo da agricultura
Mercado moderno e a soja
Straub Design
210 x 90 cm
A agropecuária brasileira é um dos pilares da economia nacional e uma referência mundial em produtividade e inovação. Com extensas áreas cultivadas e expressivo rebanho, o setor evoluiu ao longo das décadas, unindo tradição e tecnologia de ponta. Esta representação ilustra não apenas números, mas a força de um campo que alimenta milhões e movimenta cadeias produtivas dentro e fora do país. Um retrato da capacidade de transformação e sustentabilidade do agronegócio no Brasil.
Ilustração digital
Linha do tempo da agricultura
O tamanho da agropecuária no Brasil
Straub Design - Digital
Monitor 32"
Com cabine original dos tratores John Deere da linha R, o simulador proporciona uma experiência interativa e realista, aliando o universo gamer à inovação do campo. Desenvolvido para aproximar o público da operação moderna de máquinas agrícolas, ele simula de forma precisa o controle e desempenho de um trator em atividade. A iniciativa reforça o compromisso com a educação tecnológica e a valorização do produtor rural, conectando tradição, modernidade e emoção.
Produção industrial com tecnologia imersiva
Agricultura contemporânea
Simulador de trator
Famílias e instituições
200 x 170 x 80cm
Com uma cabine genuína da colheitadeira John Deere linha S, o simulador proporciona uma experiência imersiva pela agricultura contemporânea. Desenvolvido para demonstrar o alto nível de tecnologia embarcada nas máquinas agrícolas modernas, ele simula com precisão os comandos e o ambiente operacional real. Representa a inovação na agricultura, aproximando o público da realidade do campo e valorizando o papel do produtor rural no desenvolvimento do Brasil.
Produção industrial e tecnologia imersiva
Agricultura contemporânea
Simulador de colheitadeira
Famílias e instituições
1,60 x 1,52 x 1,45 m
A partir de 1760, a Revolução Industrial remodelava o mundo com máquinas, fábricas e novas tecnologias, impulsionando a mecanização no campo. Em 1837, John Deere desenvolveu um arado de aço que facilitava o cultivo em solos difíceis, marcando o início de uma revolução na agricultura. No mesmo período, o Brasil recebia imigrantes europeus que buscavam trabalho, terra e futuro. Foi a união entre inovação e mão de obra, a história de recomeços, desafios e sonhos plantados em solo estrangeiro que deram inicio ao crescimento agrícola e industrial no Brasil e mundo.
Reprodução audiovisual
Linha do tempo da agricultura
Mundo em transformação
A cenografia evoca um sentimento de imersão histórica pela agricultura na Idade Média, com elementos visuais que remetem à arquitetura gótica, como a janela em arco ogival com vitral. Os textos e imagens contextualizam o domínio português no Brasil e a relação entre o feudalismo e práticas agrícolas medievais. Destaca-se a importância do trabalho camponês, do arado e da organização rural em torno dos feudos.
Ilustração digital
Linha do tempo da agricultura
Idade Média e agricultura
Abordando a transição da vida nômade para a sedentária, impulsionada pela agricultura, o conteúdo destaca como o cultivo de alimentos possibilitou o surgimento das primeiras civilizações e o crescimento populacional. Vídeos, textos e imagens ilustram esse marco histórico da humanidade. O ambiente convida à reflexão sobre como o domínio da terra e a domesticação de espécies moldaram a organização social e cultural.
Ilustração digital
Linha do tempo da agricultura
Observar, cultivar, domesticar
Straub Design - Digital
Monitor 32"
Esta animação destaca os avanços tecnológicos da SLC, traçando uma linha do tempo desde o nascimento da empresa, ainda como uma modesta oficina familiar, até sua consolidação como referência na mecanização agrícola no Brasil. O conteúdo revela a trajetória de inovação da SLC, com marcos importantes como o desenvolvimento de colheitadeiras e a parceria estratégica com a John Deere, que impulsionou a chegada da multinacional ao país. No contexto do MEA, essa obra representa não só um registro técnico-industrial, mas um testemunho histórico do protagonismo regional na evolução do agronegócio nacional.
Animação digital
Oficina SLC
Os avanços tecnológicos SLC
Straub Design - Digital
Monitor 43"
Esta projeção interativa apresenta uma narrativa histórica que ultrapassa os limites da agricultura, abrangendo períodos que datam de mais de 12 mil anos até 1937. Por meio de recursos visuais, textuais e imersivos, a obra evidencia tratados e acordos realizados entre os primeiros povos que habitaram os territórios, revelando aspectos culturais, sociais e políticos fundamentais para compreender a formação da região Noroeste do Rio Grande do Sul. Essa linha do tempo interativa proporciona uma imersão no passado ancestral, valorizando as raízes históricas e o convívio entre diferentes povos que antecederam o desenvolvimento agrícola.
Animação digital
Território e povos
A história do Brasil
Straub Design - Digital
Monitor 43" touch
A instalação digital interativa, narra a formação histórica dos municípios que compõem a região noroeste do Rio Grande do sul. Por meio da linguagem acessível, lúdica e educativa, a projeção destaca os vínculos geográficos, culturais e econômicos que unem a região.
Vídeo interação
Território e povos
Território noroeste
Straub Design - Digital
Monitor 43" touch
O holograma "Mais um dia de trabalho na fazenda" é uma instalação que resume, de forma imersiva, a trajetória da agricultura — da força manual à mecanização e à era da tecnologia. Através da projeção em 3D, o público vivencia o cotidiano rural em suas diversas fases: desde o trabalho braçal, a introdução de máquinas, até o uso de sistemas inteligentes e conectividade no campo.
Holografia
Agricultura contemporânea
Mais um dia na fazenda
Straub Design - Digital
Monitor 43"
O melhoramento genético evidencia como a seleção e manipulação genética de plantas e sementes transformaram radicalmente a produção agrícola, promovendo maior produtividade, resistência a pragas e adaptação a diferentes climas. Este processo é um marco na evolução da agricultura, conectando ciência e tecnologia ao campo.
Vídeo projeção
Agricultura contemporânea
Melhoramento genético
Straub Design - Digital
Monitor 43"
Abordando Código Florestal, o sequestro de carbono é um processo essencial na luta contra as mudanças climáticas. Por meio da fotossíntese, as plantas capturam CO² da atmosfera e o armazenam no solo e na biomassa vegetal, contribuindo para a redução dos gases do efeito estufa. A exposição e o texto destacam a importância do manejo sustentável do solo e do reflorestamento como estratégias para reduzir impactos ambientais da agricultura realizada de forma inadequada.
Vídeo projeção
Agricultura contemporânea
Sequestro de carbono
Guilherme Raucci
Monitor 55"
A obra Gambiarrafa FM integrou o projeto "Desobediência: arte e ciência no tempo presente", contemplado pelo FAC Movimento em 2019. Exibida no MARGS em 2021 com participação de estudantes do IFRS, propõe uma rádio dentro de uma garrafa PET, transmitindo reflexões críticas sobre a poluição ambiental. No MEA, situada no contexto agrícola do Noroeste gaúcho, a instalação aborda a contaminação do solo por microplásticos, com áudios produzidos por professores da região. A programação pode ser acessada via celular na frequência 89,7 FM ou dentro da cabine do simulador. A obra utiliza Raspberry Pi, lápis de cor e tinta acrílica, e integra o acervo digital do MEA como símbolo de conscientização e inovação.
Programação, pintura, garrafa PET
Agricultura contemporânea
Gambiarrafa FM
Estêvão da Fontoura
Variadas
Nesta projeção, compreendemos o papel essencial da água no ciclo agrícola. Desde as antigas lavouras até a agricultura moderna, a água sempre foi elemento vital: nutre o solo, fortalece as raízes e garante o desenvolvimento das plantas. O vídeo convida à reflexão sobre a responsabilidade coletiva na preservação dos recursos hídricos, reforçando que, sem água, não há alimento, não há vida.
Vídeo projeção
Do arado ao plantio direto
Importância da água
Straub Design - Digital
Monitor 21,5"
A projeção revela a transformação da agricultura com o surgimento da mecanização. O plantio direto, aliado a máquinas modernas, preserva o solo e aumenta a produtividade, substituindo o árduo trabalho manual por tecnologia de precisão. Essa evolução é reflexo do avanço técnico e do desejo de sustentar o campo com respeito à terra e ao tempo. Uma nova forma de cultivar que carrega, ainda, o legado dos que iniciaram tudo com as próprias mãos.
Vídeo projeção
Do arado ao plantio direto
Tempos modernos da agricultura
Straub Design - Digital
Monitor 65"
A projeção retrata o esforço diário dos agricultores que, com ferramentas antigas e a força dos bois, preparavam o solo para o cultivo. Antes da mecanização, a aração era feita com arados de madeira ou ferro, exigindo esforço físico e uma conexão profunda com a terra. Essa prática, carregada de suor e esperança, simboliza a origem da agricultura tradicional e homenageia gerações que transformaram o trabalho duro em alimento, cultura e identidade.
Vídeo projeção
Do arado ao plantio direto
Preperação da terra e colheita antiga
Straub Design - Digital
Monitor 65"
Esta tela interativa resgata de forma lúdica, imersiva e educativa, a jornada do cultivo manual nas lavouras utilizando ferramentas de outras épocas.
Projeção interativa
Agricultura tradicional
Dia a dia no campo
Straub Design - Digital
Monitor 43" touch
A animação da Rua Uruguai, em Horizontina, RS, nos transporta para a década de 1950, revelando a simplicidade e a força cotidiano local.
Animação digital
Agricultura tradicional
Pela frente do bolicho
Straub Design - Digital
Monitor 43"
A projeção retrata o trabalho do homem e sua relação com a terra, semeando e colhendo de forma manual. Uma técnica simples, mas essencial, que revela práticas tradicionais anteriores à mecanização. A projeção desperta um sentimento de respeito e pertencimento, lembrando que o progresso nasce do suor e da relação íntima entre homem e terra, o cultivo manual e o comprometimento com ela. 
Ilustração e animação digital
Agricultura tradicional
Agricultura tradicional
Straub Design - Digital
2,4 m x 9 m
Esta instalação interativa narra a trajetória da agricultura no Brasil, desde seus primórdios até as mais avançadas tecnologias do presente. Alimentado por inteligência artificial e robótica, o mapa apresenta os principais marcos históricos: os biomas brasileiros, a chegada da soja, a mecanização do campo, o papel da Embrapa e as inovações que transformaram o setor. Um panorama que conecta tradição e futuro, mostrando como a agricultura evolui para alimentar o mundo com eficiência e sustentabilidade.
Audiovisual, robótica, IA, programação
Palco da evolução agrícola
Mapa da Evolução
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Reservas e agendamentos para grupos

Diversidade e Inclusão

A diversidade e a inclusão são pilares do MEA. Por isso, nossa estrutura é acessível, garantindo que todos os visitantes possam explorar o espaço com autonomia e conforto. Contamos com rampas, elevadores, sinalização em braile, permissão de cão guia e outros recursos que tornam o memorial acolhedor para todas as pessoas.