ACERVO

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Acervo MEA
Um patrimônio único

FEITO DE
MEMÓRIA,
ARTE E
TECNOLOGIA

O acervo do MEA – Memorial da Evolução Agrícola reúne mais de XX obras que conectam passado, presente e futuro da agricultura, valorizando a trajetória do setor agrícola por meio da arte, da tecnologia e de experiências imersivas. Composto por peças e instalações artísticas, digitais e históricas, ele dá vida à exposição de longa duração, além das exposições itinerantes e temporárias que também abordam outras temáticas.  

Inclui obras e projetos assinados por artistas renomados, além de doações recebidas de outros importantes museus. Em conjunto, a coleção mostra como a agricultura evoluiu e influenciou a sociedade ao longo do tempo. Nesta seção, você poderá explorar os detalhes de cada obra e conhecer as histórias que tornam este acervo um patrimônio cultural único.

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OBRA DESTAQUE
Subtítulo

O futuro é ancestral

Ao longo de 30 dias, o artista urbano Café (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril, no complexo MEA, em uma gigantesca obra de arte: um mural em graffiti com 350 m² intitulado “O futuro é ancestral”. Inaugurada em 14 de dezembro de 2024, durante as comemorações de 1 ano do MEA, a pintura é um marco artístico para a região e para o Estado.

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Prédio Fabril MEA
Em 30 dias, o artista urbano Cleverson Paes Pacheco "Café" (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril em um vibrante mural de 350m². A obra, realizada em graffiti, foi inaugurada na celebração de 1 ano do MEA e retrata a diversidade cultural, a conexão com a natureza e o futuro da sustentabilidade. A pintura mural celebra o poder da arte urbana como expressão de identidade e transformação social.
8 x 50 m
Prédio Fabril MEA
Graffiti
Café (Cleverson Paes Pacheco)
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A ferraria foi uma das principais partes da Oficina SLC, em um formato simples, mas extremamente funcional. Nascida da união entre o conhecimento artesanal e a necessidade das iniciativas das famílias, Schneider, Logemann e Ulmann, a ferraria atendia incialmente a consertos de peças agrícolas. Posteriormente, com a chegada da marcenaria, tornou-se uma oficina e anos depois, iniciava a produção de sua primeira trilhadeira, que marcou o inicio da mecanização agrícola no Noroeste gaúcho e tornava a SLC uma marca de reconhecimento no mercado agrícola.
Madeira talhada e máquinas manuais
Oficina SLC
Ferraria
Famílias e instituições
Variadas
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Cuidadosamente construída, a maquete representa a redução jesuítica do período colonial, atualmente em ruínas localizada em São Miguel das Missões (RS). Protegida por uma vitrine, a miniatura estrutura o dia a dia dessa comunidade, as casas, pátios, cuidado com as plantações e a sua religiosidade, em um só espaço. A peça é um recurso didático e cultural que permite visualizar parte desse período e reforça a importância da preservação da memória missioneira.
Colagem e pintura
Território e povos
Reduções Jesuíticas São Miguel das Missões
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A máquina Nº4 Big da John Deere, fabricada no Brasil, conhecida como cortador, aliou a praticidade e durabilidade em um produto. Produzido com engrenagens especiais e materiais resistentes, apresenta alavanca e pedal dedicados ao transporte e ajuste da lâmina. O implemento similar a um par de tesouras, com lâminas em formato “V”, facilitava o corte terrenos irregulares. Disponível em dois tamanhos, com acessórios, representou a versatilidade que impulsionou a mecanização de pequenas tarefas rurais.
Produção industrial
Máquinas na história
Nº 4 Big John Deere
Famílias e instituições
3 m x 1,20 m / 250 kg
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Fabricado no ano de 1949 em Dubuque, Lowa – EUA, o trator John Deere MC, derivado do modelo “M” da John Deere, foi o primeiro trator com esteira que a marca produziu. Equipado com motor “Johnny Popper” a gasolina, peças de fácil troca e sistema "Touch-O-Matic", mostrou eficiência em diversos tipos de solo. No Brasil, o equipamento desempenhou papel importante na expansão agrícola, consolidando a marca como líder em inovação desempenho.
Produção industrial
Máquinas na história
Trator Esteira John Deere MC
Famílias e instituições
1,50 m x 2,50 m x 1,60 m / 1.700 kg
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Símbolo de adaptação e eficiência no cultivo agrícola do século XX, em 1939, o trator John Deere H foi produzido e redefiniu a agricultura brasileira. Projetado para fazendas menores, suas dimensões compactas, motor a querosene e peso moderado, proporcionou versatilidade na cultura em linha. Encerrando a produção em 1947, deixou um legado de 58.584 unidades fabricadas. Além do modelo H, variáveis do modelo como HN e HWH pertencem a este número.
Produção industrial
Máquinas na história
John Deere Modelo H
Famílias e instituições
1,70 m x 3 m x 1,65 m / 1.500 kg
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O trator John Deere Modelo B, lançado em 1935 pela indústria norte americana, foi um ícone na agricultura até 1952. Oferecendo potência e tração traseira, sua versatilidade atendia às demandas agrícolas no cultivo em linhas, e ao longo do tempo evoluiu para outros modelos produzidos na América do Sul. Este legado de quase duas décadas simbolizou a constante inovação no campo e na mecanização agrícola mundial.
Produção industrial
Máquinas na história
John Deere Modelo B
Famílias e instituições
1,78 m x 3,18 m x 1,68 m / 1.700kg
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Símbolo da escrita mecânica e da produção textual do século XX, esta máquina de datilografia resgata a memória de uma época em que o toque das teclas dava forma às palavras de forma tangível e direta. Mais que um objeto de época, ela representa o início da automação da escrita — uma semente da mudança que abriu caminho para tecnologias atuais de comunicação e expressão digital.
Produção industrial
Sala de reuniões MEA
A datilografia
Famílias e instituições
Variadas
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Esta escultura combina tecnologia e simbolismo em uma instalação híbrida. Criada por meio de arte generativa, a peça foi concebida com o auxílio de inteligência artificial e produzida por impressão 3D, resultando em uma forma única que abriga terra e uma espada-de-São-Jorge, planta associada à proteção. Incorporando sensores de LED e placa controladora, a obra interage com o ambiente, propondo um diálogo entre o orgânico, o digital e o sagrado.
Arte generativa e planta in natura
Sala de reuniões MEA
Vegetativo
Joel Grigolo
60 x 15 x 21 cm
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Frotagem realizada sobre tecido, técnica em que se transfere a textura de superfícies para o suporte por meio do atrito com grafite ou outro pigmento. Nesta composição, os números em destaque sugerem códigos ou marcas urbanas. O uso do tecido como base reforça a ideia de sensibilidade e memória tátil, enquanto os registros visuais evocam a presença do tempo, da cidade e do cotidiano.
Frotagem sobre tecido
Administrativo MEA
Sem título
Leandro Machado
33 x 64,5 cm
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Composição em tons de azul, feita com técnica de serigrafia sobre um pano de limpeza, material cotidiano ressignificado como suporte artístico.
Serigrafia sobre pano de limpeza
Administrativo MEA
Conjunto Nº 1 - Série Perfexionismos
Amanda Copstein
29,2 x 22,2 cm
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O quadro, realizado em impressão gráfica, é de autoria de um coletivo artístico de Porto Alegre. Com traços fortes em preto e branco, a peça explora contrastes visuais e narrativas urbanas, refletindo temas como identidade, cotidiano e memória. A estética remete ao design gráfico independente e à arte de rua, valorizando a reprodução como forma de democratização da arte.
Impressão em papel sulfite
Administrativo MEA
Coletivo de Porto Alegre
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Obra da artista Mitti Mendonça, “Dona de Minhas Terras” é um bordado sobre tecido que retrata, com delicadeza e força, a figura feminina ancestral. A técnica do bordado, ancestral e artesanal, reforça a memória afetiva e coletiva das comunidades, valorizando a arte feita à mão como símbolo de resistência e identidade.
Bordado sobre tecido
Administrativo MEA
Dona de minhas terras
Mitti Mendonça
64 x 50 cm
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Esta projeção interativa apresenta uma narrativa histórica que ultrapassa os limites da agricultura, abrangendo períodos que datam de mais de 12 mil anos até 1937. Por meio de recursos visuais, textuais e imersivos, a obra evidencia tratados e acordos realizados entre os primeiros povos que habitaram os territórios, revelando aspectos culturais, sociais e políticos fundamentais para compreender a formação da região Noroeste do Rio Grande do Sul. Essa linha do tempo interativa proporciona uma imersão no passado ancestral, valorizando as raízes históricas e o convívio entre diferentes povos que antecederam o desenvolvimento agrícola.
Animação digital
Território e povos
A história do Brasil
Straub Design - Digital
Monitor 43" touch
A instalação digital interativa, narra a formação histórica dos municípios que compõem a região noroeste do Rio Grande do sul. Por meio da linguagem acessível, lúdica e educativa, a projeção destaca os vínculos geográficos, culturais e econômicos que unem a região.
Vídeo interação
Território e povos
Território noroeste
Straub Design - Digital
Monitor 43" touch
O holograma "Mais um dia de trabalho na fazenda" é uma instalação que resume, de forma imersiva, a trajetória da agricultura — da força manual à mecanização e à era da tecnologia. Através da projeção em 3D, o público vivencia o cotidiano rural em suas diversas fases: desde o trabalho braçal, a introdução de máquinas, até o uso de sistemas inteligentes e conectividade no campo.
Holografia
Agricultura contemporânea
Mais um dia na fazenda
Straub Design - Digital
Monitor 43"
O melhoramento genético evidencia como a seleção e manipulação genética de plantas e sementes transformaram radicalmente a produção agrícola, promovendo maior produtividade, resistência a pragas e adaptação a diferentes climas. Este processo é um marco na evolução da agricultura, conectando ciência e tecnologia ao campo.
Vídeo projeção
Agricultura contemporânea
Melhoramento genético
Straub Design - Digital
Monitor 43"
Abordando Código Florestal, o sequestro de carbono é um processo essencial na luta contra as mudanças climáticas. Por meio da fotossíntese, as plantas capturam CO² da atmosfera e o armazenam no solo e na biomassa vegetal, contribuindo para a redução dos gases do efeito estufa. A exposição e o texto destacam a importância do manejo sustentável do solo e do reflorestamento como estratégias para reduzir impactos ambientais da agricultura realizada de forma inadequada.
Vídeo projeção
Agricultura contemporânea
Sequestro de carbono
Guilherme Raucci
Monitor 55"
A obra Gambiarrafa FM integrou o projeto "Desobediência: arte e ciência no tempo presente", contemplado pelo FAC Movimento em 2019. Exibida no MARGS em 2021 com participação de estudantes do IFRS, propõe uma rádio dentro de uma garrafa PET, transmitindo reflexões críticas sobre a poluição ambiental. No MEA, situada no contexto agrícola do Noroeste gaúcho, a instalação aborda a contaminação do solo por microplásticos, com áudios produzidos por professores da região. A programação pode ser acessada via celular na frequência 89,7 FM ou dentro da cabine do simulador. A obra utiliza Raspberry Pi, lápis de cor e tinta acrílica, e integra o acervo digital do MEA como símbolo de conscientização e inovação.
Programação, pintura, garrafa PET
Agricultura contemporânea
Gambiarrafa FM
Estêvão da Fontoura
Variadas

Reservas e agendamentos para grupos

Diversidade e Inclusão

A diversidade e a inclusão são pilares do MEA. Por isso, nossa estrutura é acessível, garantindo que todos os visitantes possam explorar o espaço com autonomia e conforto. Contamos com rampas, elevadores, sinalização em braile, permissão de cão guia e outros recursos que tornam o memorial acolhedor para todas as pessoas.