ACERVO

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Acervo MEA
Um patrimônio único

FEITO DE
MEMÓRIA,
ARTE E
TECNOLOGIA

O acervo do MEA – Memorial da Evolução Agrícola reúne mais de XX obras que conectam passado, presente e futuro da agricultura, valorizando a trajetória do setor agrícola por meio da arte, da tecnologia e de experiências imersivas. Composto por peças e instalações artísticas, digitais e históricas, ele dá vida à exposição de longa duração, além das exposições itinerantes e temporárias que também abordam outras temáticas.  

Inclui obras e projetos assinados por artistas renomados, além de doações recebidas de outros importantes museus. Em conjunto, a coleção mostra como a agricultura evoluiu e influenciou a sociedade ao longo do tempo. Nesta seção, você poderá explorar os detalhes de cada obra e conhecer as histórias que tornam este acervo um patrimônio cultural único.

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OBRA DESTAQUE
Subtítulo

O futuro é ancestral

Ao longo de 30 dias, o artista urbano Café (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril, no complexo MEA, em uma gigantesca obra de arte: um mural em graffiti com 350 m² intitulado “O futuro é ancestral”. Inaugurada em 14 de dezembro de 2024, durante as comemorações de 1 ano do MEA, a pintura é um marco artístico para a região e para o Estado.

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Prédio Fabril MEA
Em 30 dias, o artista urbano Cleverson Paes Pacheco "Café" (Curitiba, PR) transformou a lateral do prédio Fabril em um vibrante mural de 350m². A obra, realizada em graffiti, foi inaugurada na celebração de 1 ano do MEA e retrata a diversidade cultural, a conexão com a natureza e o futuro da sustentabilidade. A pintura mural celebra o poder da arte urbana como expressão de identidade e transformação social.
8 x 50 m
Prédio Fabril MEA
Graffiti
Café (Cleverson Paes Pacheco)
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O Waterloo Boy John Deere, de 1918, marcou o começo da mecanização agrícola americana. Equipado com o motor “Johnny Popper”, movido a querosene, foi essencial para substituir o trabalho animal, elevando a produtividade rural. A aquisição da fábrica de Waterloo em Lowa, fortaleceu a John Deere como gigante do setor nos Estados Unidos. Entre 1918 e 1923, várias versões surgiram, preparando o caminho para o Modelo D da John Deere.
Produção industrial
Máquinas na história
Waterloo Boy John Deere - Modelo N
Famílias e instituições
1,78 m x 3,35 m x 1,82 m / 2.800 kg
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Fabricado em 1996, em Horizontina (RS), o Trator SLC/John Deere 6300 foi o primeiro inteiramente nacional produzido através da união entre SLC e John Deere. Na época, a John Deere já detinha 40% das ações da SLC, e anos depois, em 1999, viria a adquirir sua a totalidade. Presente na exposição, este não apenas é um exemplar da primeira máquina, mas de fato o primeiro produzido, com chassi 001 que rodou apenas na fábrica e em campo para teste. O 6300 simboliza mais um passo da forte união entre as duas empresas na mecanização agrícola brasileira.
Produção industrial
Máquinas na história
6300 - 1º Trator Nacional John Deere
Famílias e instituições
2,7 m x 4 m x 2,10 m / 3.700 kg
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A imagem, capturada entre as décadas de 1970 e 1980, mostram parte do centro urbano de Horizontina (RS), onde já se destacava a atuação da SLC – Schneider, Logemann & Cia fundada em 1945, resultado da parceria entre as famílias Schneider, Logemann e Ulmann - um marco fundamental para o avanço da mecanização agrícola no Brasil. Com base no conhecimento técnico e espírito inovador de seus fundadores, a SLC criou as condições que, anos mais tarde, permitiriam a chegada da John Deere ao país, consolidando Horizontina como um polo nacional de tecnologia agroindustrial e mecânico agrícola.
Impressão
Administrativo MEA
Fábrica I - reprodução
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A imagem, capturada entre as décadas de 1970 e 1980, mostram parte do centro urbano de Horizontina (RS), onde já se destacava a atuação da SLC – Schneider, Logemann & Cia fundada em 1945, resultado da parceria entre as famílias Schneider, Logemann e Ulmann - um marco fundamental para o avanço da mecanização agrícola no Brasil. Com base no conhecimento técnico e espírito inovador de seus fundadores, a SLC criou as condições que, anos mais tarde, permitiriam a chegada da John Deere ao país, consolidando Horizontina como um polo nacional de tecnologia agroindustrial e mecânico agrícola.
Fotografia
Administrativo MEA
Fábrica I
Famílias e instituições
145 cm x 250 cm x 5 cm
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A imagem retrata a unidade da John Deere no Distrito Industrial I de Horizontina, no Noroeste do Rio Grande do Sul, durante a década de 1990. Essa implantação marcou um novo ciclo de desenvolvimento econômico e tecnológico para a região, consolidando Horizontina como um importante polo da indústria de máquinas agrícolas no Brasil. A presença da John Deere impulsionou a geração de empregos, inovação e integração com o setor agroindustrial, fortalecendo ainda mais a identidade local ligada à mecanização agrícola, iniciada através da SLC & Companhia Ltda.
Fotografia
Administrativo MEA
Fábrica II
Famílias e instituições
100 cm x 231 cm x 6,5 cm
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O algodoeiro, com suas fibras naturais, é uma planta de grande relevância econômica e cultural. Além de ser uma planta versátil, o algodão é valorizado por ser uma fibra 100% natural, respirável e biodegradável, tornando-se essencial para a moda, o artesanato e sustentabilidade. Sua fibra, o algodão, é matéria prima da indústria têxtil, usada para a confecção de linhas, tecidos e uma variedade de produtos que utilizamos em nosso cotidiano. 
Planta in natura
Mãos e Fios - Agricultura tradicional
Algodoeiro
Famílias e instituições
94 cm x 21 cm
Foto: Takaki Fotos
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A obra “O Memorial”, de Tito Ferrara (São Paulo, SP), traduz em cores intensas e rostos marcantes a presença constante do campo na vida de todos. Não se trata apenas de lavrar a terra, mas cultivar laços, memórias e identidades. A composição convida à reflexão sobre a ancestralidade, o trabalho coletivo e o legado deixado pelas gerações que vivem e sobrevivem da terra. Mais do que uma arte contemporânea, é uma representação de gratidão a quem planta não só alimentos, mas o próprio destino de uma população inteira.
Graffiti
Espaço 65-A
O Memorial
Tito Ferrara
11 m x 8 m
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A obra de Leandro Machado, produzida com ferros de passar roupa a carvão, remete aos movimentos náuticos das travessias atlânticas durante o período colonial. Por meio de marcas e texturas, o artista evoca memórias de deslocamentos forçados, dor e resistência. Criada em Horizontina durante o curso de Mediação Cultural e Turística (parceria entre o MEA e a FAHOR, em 2023), a peça propõe reflexões sobre os legados da diáspora africana e o impacto das rotas coloniais na construção das identidades brasileiras.
Queima de ferro antigo em tecido
Recepção MEA
Travessias
Leandro Machado
12 x 3 m
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Este painel apresenta um infográfico sobre os Sete Povos das Missões, destacando sua organização territorial, social e cultural durante o período missioneiro. A maquete e os mapas ilustram como esses centros foram estruturados, evidenciando a forte influência dos jesuítas e a resistência dos guaranis na preservação de sua identidade. Um retrato da harmonia entre espiritualidade, arquitetura e vida coletiva.
Ilustração vetorial
Território e povos
Infográfico redução jesuítica
João Rimenzoski
50 x 70 cm
Na Oficina SLC, elementos do passado ganham vida por meio da arte digital. A janela da imagem revela uma paisagem projetada que se transforma, misturando memórias do campo com tecnologia. Essa integração entre o rústico e o digital representa a conexão entre tradição e inovação, valorizando as raízes da agricultura familiar enquanto aponta para o futuro.
Ilustração digital
Oficina SLC
Um novo dia pela janela
Straub Design
58 x 90 cm
Esta instalação interativa narra a trajetória da agricultura no Brasil, desde seus primórdios até as mais avançadas tecnologias do presente. Alimentado por inteligência artificial e robótica, o mapa apresenta os principais marcos históricos: os biomas brasileiros, a chegada da soja, a mecanização do campo, o papel da Embrapa e as inovações que transformaram o setor, mostrando como a agricultura evolui para alimentar o mundo com eficiência e sustentabilidade.
Projeção, robótica, IA
Mapa da evolução
Mapa da evolução
Straub Design - Digital
7 x 10 m
A instalação imersiva convida o público a explorar caminhos possíveis para um futuro mais sustentável, justo e inovador. As projeções luminosas representam sementes da mudança — ideias, tecnologias e ações que florescem a partir de escolhas conscientes. Cada ponto de luz simboliza o potencial transformador presente em cada pessoa, reforçando a importância de cultivar hoje as soluções que desejamos ver no amanhã.
Vídeo projeção interativa
Sementes da mudança
Visões do futuro
Straub Design - Digital
15 m²
O raio-X interativo da maquete ILPF revela, em camadas digitais, o funcionament do sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. Com o toque na tela, o visitante explora a dinâmica do solo, raízes, ciclo de nutrientes, biodiversidade e tecnologias envolvidas na produção sustentável. A experiência promove o entendimento sobre como práticas integradas otimizam o uso da terra, conservam o meio ambiente e contribuem para uma agricultura mais resiliente e eficiente.
Projeção interativa
Sementes da mudança
Raio X da agricultura
Straub Design - Digital
Monitores touch 34"
Conectado, consciente e exigente, o novo consumidor valoriza experiências personalizadas, sustentabilidade e transparência das marcas. Influenciado pela tecnologia e pelas redes sociais, ele participa ativamente das decisões de compra e busca alinhamento com seus valores pessoais. Cada vez mais digital, esse perfil transforma a relação com produtos e serviços, exigindo inovações constantes e responsabilidade socioambiental das empresas.
Reprodução audiovisual interativa
Linha do tempo da agricultura
O novo consumidor
Straub Design - Digital
Monitor 32" touch

Reservas e agendamentos para grupos

Diversidade e Inclusão

A diversidade e a inclusão são pilares do MEA. Por isso, nossa estrutura é acessível, garantindo que todos os visitantes possam explorar o espaço com autonomia e conforto. Contamos com rampas, elevadores, sinalização em braile, permissão de cão guia e outros recursos que tornam o memorial acolhedor para todas as pessoas.