Do graffiti às políticas públicas de preservação da memória, MEA completa o ciclo de um ano

Publicado em
19
de
December
de
2024

O MEA - Memorial da Evolução Agrícola completou seu primeiro ano no dia 14 de dezembro. A celebração da data contou com extensa programação nos dias 13 e 14, envolvendo a comunidade de Horizontina e região. “Conseguimos constituir uma equipe potente, grande parte da região do noroeste. Temos a certeza de que o MEA está sendo acolhido por toda população, tornando-se uma extensão da casa das pessoas”, pontuou Karina Muniz Viana, diretora do MEA.

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No dia 13 de dezembro, foi realizada a Conferência com o artista multimídia Estevão da Fontoura e curador da Edição 2024 do Programa Deslocamentos MEA. Sua apresentação intitulada “O que o MEA desloca com o Deslocamentos MEA?” provocou o público a pensar suas relações com o patrimônio cultural, memória e relações afetivas. As lideranças dos seis municípios contemplados também estiveram presentes apresentando impactos e projeções de futuro para suas políticas dedicadas ao patrimônio cultural local e estimuladas pelo programa do Memorial. Em Tucunduva, o MEA inspirou as empreendedoras Marisa Beatriz dos Santos e Maristela Elisa dos Santos a realizar o sonho de criar a escola de dança e teatro Companhia Arte Criativa no município. Momento em que o MEA apresentou a elas a Lei Aldir Blanc, e imediatamente inscreveram o projeto “Movimentos da Alegria” na lei federal, que tem por objetivo trabalhar com crianças e adolescentes das periferias. O projeto foi aprovado e terá início em fevereiro de 2025.

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“O Deslocamentos MEA foi um presente que chegou para acender uma faísca de descobrimento da nossa história, de costumes passados e tradições. Temos sede de resgate histórico e estamos unidos pela cultura e as histórias vivas que enriquecem nosso trabalho”, comemoram Marisa e Maristela.

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O programa Deslocamentos MEA também passou por Porto Vera Cruz, Três de Maio, Nova Candelária, Boa Vista do Buricá, São José do Inhacorá e encerrou em Horizontina, onde ficará aberto à visitação até maio de 2025 no Centro Cultural Jorge Logemann (Rua Dahne de Abreu, 572).

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“O MEA ganhou nosso coração, muitos puderam voltar ao passado resgatando suas memórias, fato que jamais pode ser esquecido e ter isso registrado no Memorial nos traz orgulho da nossa comunidade. Nosso povo ganhou um novo olhar sobre a cultura e a importância de deixar um legado para o futuro”, afirmou Isabel Cristina Cortelete, Diretora de Cultura da Prefeitura Municipal de Boa Vista do Buricá. A representante do Governo Municipal de Três de Maio, falou sobre a importância do programa para promover a democratização cultural. “O MEA traz a arte para locais diversos, promove a inclusão cultural, a diversidade de experiências e permite  que todos tenham contato com obras e movimentos artísticos que não tiveram a oportunidade de apreciar, ampliando o impacto social”, acrescentou Rosana Foletto, Coordenadora de Cultura da Prefeitura Municipal de Três de Maio.

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No dia 14 de dezembro, a programação iniciou com uma cerimônia para a comunidade e contou com a presença da diretora do MEA Karina Muniz Viana, da coordenadora do Educativo, Cultural e Socioambiental do MEA, Carla Borba, do Prefeito de Horizontina, Jones Cunha, do Gerente de Engenharia da John Deere Brasil - Fábrica Horizontina, Airton Heck, e do Gerente de Operações SENAI Horizontina, Alessandro Diego Neumann. “Conseguimos formar uma tríade sólida e sinérgica, onde o MEA representa a cultura, a John Deere Brasil simboliza a força da indústria e o SENAI se destaca como um pilar da educação. A parceria com o MEA nos permite romper barreiras e alcançar horizontes ainda mais amplos”, comentou Alessandro.

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A cerimônia foi seguida da conferência “Energias renováveis e os desafios da agricultura”, com Guilherme Raucci, Gerente de novos negócios IndigoAG e professor da Fundação Getúlio Vargas e Patrick Bonella e CEO da Digitalli, autorizada WEB no Brasil.

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"O primeiro ano do MEA não seria possível sem as parcerias que foram construídas e a ajuda da comunidade. Ressalto, ainda, que a John Deere, além das contribuições na idealização e manutenção do MEA, reconhece a sua relevância em resgatar a memória da evolução agrícola", disse o Gerente de Engenharia da John Deere Brasil, Airton Heck.

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O evento contou, ainda, com a transmissão ao vivo direto do MEA do Programa “Me leva” da rádio FEMA, de Santa Rosa. Foi mais de uma hora de entrevistas e interação com o público. O momento também marcou a inauguração da pintura mural “O futuro é ancestral” do artista urbano, Café (Curitiba - PR). A pintura foi produzida durante trinta dias e ocupa mais de 350 m² do prédio Fabril do MEA. Sua narrativa traz temas importantes sobre energias renováveis e o papel da juventude e da ciência em prol do meio ambiente e das transformações tecnológicas. O encerramento contou com apresentações de artistas do Rio Grande do Sul, o Coletivo Poetas Vivos, Pedrin MC e o artista rISCADO. Muita arte urbana, dança, música, poesia, manobras de skate e a prática de stencil.

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Foto: Inauguração da pintura o mural “O futuro é ancestral” com mais de 350 m2, do artista Café, foi um dos destaques da programação. Crédito: Takaki Fotos / MEA.

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Publicado em: 
February 24, 2025
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O MEA - Memorial da Evolução Agrícola completou seu primeiro ano no dia 14 de dezembro. A celebração da data contou com extensa programação nos dias 13 e 14, envolvendo a comunidade de Horizontina e região. “Conseguimos constituir uma equipe potente, grande parte da região do noroeste. Temos a certeza de que o MEA está sendo acolhido por toda população, tornando-se uma extensão da casa das pessoas”, pontuou Karina Muniz Viana, diretora do MEA.

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No dia 13 de dezembro, foi realizada a Conferência com o artista multimídia Estevão da Fontoura e curador da Edição 2024 do Programa Deslocamentos MEA. Sua apresentação intitulada “O que o MEA desloca com o Deslocamentos MEA?” provocou o público a pensar suas relações com o patrimônio cultural, memória e relações afetivas. As lideranças dos seis municípios contemplados também estiveram presentes apresentando impactos e projeções de futuro para suas políticas dedicadas ao patrimônio cultural local e estimuladas pelo programa do Memorial. Em Tucunduva, o MEA inspirou as empreendedoras Marisa Beatriz dos Santos e Maristela Elisa dos Santos a realizar o sonho de criar a escola de dança e teatro Companhia Arte Criativa no município. Momento em que o MEA apresentou a elas a Lei Aldir Blanc, e imediatamente inscreveram o projeto “Movimentos da Alegria” na lei federal, que tem por objetivo trabalhar com crianças e adolescentes das periferias. O projeto foi aprovado e terá início em fevereiro de 2025.

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“O Deslocamentos MEA foi um presente que chegou para acender uma faísca de descobrimento da nossa história, de costumes passados e tradições. Temos sede de resgate histórico e estamos unidos pela cultura e as histórias vivas que enriquecem nosso trabalho”, comemoram Marisa e Maristela.

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O programa Deslocamentos MEA também passou por Porto Vera Cruz, Três de Maio, Nova Candelária, Boa Vista do Buricá, São José do Inhacorá e encerrou em Horizontina, onde ficará aberto à visitação até maio de 2025 no Centro Cultural Jorge Logemann (Rua Dahne de Abreu, 572).

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“O MEA ganhou nosso coração, muitos puderam voltar ao passado resgatando suas memórias, fato que jamais pode ser esquecido e ter isso registrado no Memorial nos traz orgulho da nossa comunidade. Nosso povo ganhou um novo olhar sobre a cultura e a importância de deixar um legado para o futuro”, afirmou Isabel Cristina Cortelete, Diretora de Cultura da Prefeitura Municipal de Boa Vista do Buricá. A representante do Governo Municipal de Três de Maio, falou sobre a importância do programa para promover a democratização cultural. “O MEA traz a arte para locais diversos, promove a inclusão cultural, a diversidade de experiências e permite  que todos tenham contato com obras e movimentos artísticos que não tiveram a oportunidade de apreciar, ampliando o impacto social”, acrescentou Rosana Foletto, Coordenadora de Cultura da Prefeitura Municipal de Três de Maio.

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No dia 14 de dezembro, a programação iniciou com uma cerimônia para a comunidade e contou com a presença da diretora do MEA Karina Muniz Viana, da coordenadora do Educativo, Cultural e Socioambiental do MEA, Carla Borba, do Prefeito de Horizontina, Jones Cunha, do Gerente de Engenharia da John Deere Brasil - Fábrica Horizontina, Airton Heck, e do Gerente de Operações SENAI Horizontina, Alessandro Diego Neumann. “Conseguimos formar uma tríade sólida e sinérgica, onde o MEA representa a cultura, a John Deere Brasil simboliza a força da indústria e o SENAI se destaca como um pilar da educação. A parceria com o MEA nos permite romper barreiras e alcançar horizontes ainda mais amplos”, comentou Alessandro.

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A cerimônia foi seguida da conferência “Energias renováveis e os desafios da agricultura”, com Guilherme Raucci, Gerente de novos negócios IndigoAG e professor da Fundação Getúlio Vargas e Patrick Bonella e CEO da Digitalli, autorizada WEB no Brasil.

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"O primeiro ano do MEA não seria possível sem as parcerias que foram construídas e a ajuda da comunidade. Ressalto, ainda, que a John Deere, além das contribuições na idealização e manutenção do MEA, reconhece a sua relevância em resgatar a memória da evolução agrícola", disse o Gerente de Engenharia da John Deere Brasil, Airton Heck.

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O evento contou, ainda, com a transmissão ao vivo direto do MEA do Programa “Me leva” da rádio FEMA, de Santa Rosa. Foi mais de uma hora de entrevistas e interação com o público. O momento também marcou a inauguração da pintura mural “O futuro é ancestral” do artista urbano, Café (Curitiba - PR). A pintura foi produzida durante trinta dias e ocupa mais de 350 m² do prédio Fabril do MEA. Sua narrativa traz temas importantes sobre energias renováveis e o papel da juventude e da ciência em prol do meio ambiente e das transformações tecnológicas. O encerramento contou com apresentações de artistas do Rio Grande do Sul, o Coletivo Poetas Vivos, Pedrin MC e o artista rISCADO. Muita arte urbana, dança, música, poesia, manobras de skate e a prática de stencil.

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Foto: Inauguração da pintura o mural “O futuro é ancestral” com mais de 350 m2, do artista Café, foi um dos destaques da programação. Crédito: Takaki Fotos / MEA.

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